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Símbolos nacionales de PORTUGAL
Bandera
Himno
nacional
Los Jerónimos
La Batalha
Ponte de Lima
Escudo
Belen




Los símbolos de un País desempeñan un papel vital en la identificación para el mundo entero de una nación y su pueblo. Canciones, lemas, representaciones de figuras humanas y emblemas diferencian a un país de todos los demás, proyectan una idea de su carácter y sus valores, y actúan como elementos de unidad en tiempos de crisis nacional.

Portugal tiene una variedad de signos que tipifican a esa nación, cada uno especial para los portugueses, cada uno fácilmente reconocible para la mayoría de la gente en todas partes. Y detrás de cada uno hay una rica y variada historia.

A continuación examinaremos de cerca los símbolos que representan la fortaleza, independencia e ideales de Portugal, así como algunos lugares... de los tantos que existen.




Independencia: En el S. XII, el rey João Y de Portugal, venció a los españoles en la batalla de Aljubarrota (1385) consolidándose así la independencia de Portugal.

Descubrimientos: El Siglo XV es considerado el de mayor esplendor: Infante Dom Henrique, o Navegador, impulsó la navegación Atlántica y como resultado Bartolomé Días descubrió la ruta de las Indias y Vasco de Gama llegó a las Indias.


Guimarães - Aqui nasceu Portugal

Estátua de D. Afonso Henriques

Guimarães, cidade que é considerada o Berço de PORTUGAL, Foi aqui que nasceu aquele que foi o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, e foi também em Guimarães que se desenrolaram os acontecimentos mais importantes que levariam ao nascimento, e ao posterior crescimento da nação PORTUGUESA.







La Bandera

La Bandera El símbolo mas reverenciado por sus ciudadanos es la bandera. Las franjas verde y roja y el escudo sobre los dos fondos relatan la historia del país, de su espíritu indomable y de su amor a la libertad.







Himno nacional

I

Heróis do mar, nobre povo, Nação valente, imortal Levantai hoje de novo O esplendor de Portugal! Entre as brumas da memória, Ó Pátria, sente-se a voz Dos teus egrégios avós Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas! Sobre a terra sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar!

II

Desfralda a invicta Bandeira, À luz viva do teu céu! Brade a Europa à terra inteira: Portugal não pereceu Beija o solo teu jucundo O oceano, a rugir d`amor, E o teu Braço vencedor Deu mundos novos ao mundo!

Às armas, às armas! Sobre a terra sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar!

III

Saudai o Sol que desponta Sobre um ridente porvir; Seja o eco de uma afronta O sinal de ressurgir. Raios dessa aurora forte São como beijos de mãe, Que nos guardam, nos sustêm, Contra as injúrias da sorte. Às armas, às armas! Sobre aterra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar!





Monasterio de Los Jerónimos

Mosterio dos Jerónimos Em 1496 D. Manuel I pede à Santa Sé, que lhe seja concedida autorização para erigir um grande mosteiro à entrada de Lisboa, perto das margens do Tejo. Em 1501 começaram os trabalhos que duraram cerca de um século.

O edifício exibe uma extensa fachada de mais de trezentos metros, obedecendo a um princípio de horizontalidade que lhe confere uma fisionomia calma e repousante. Foi construído em calcário de lioz que se tirava muito próximo do local de implantação, na Ajuda, no Vale de Alcântara, Laveiras, Rio Seco e Tercena.

Claustro Destinado ao isolamento da comunidade monástica, era um local e sereno que permitia a oração, a meditação e recreio dos monges da Ordem de S. Jerónimo.

O Mosteiro dos Jerónimos é a "jóia" do estilo manuelino. Este estilo exclusivamente português, integra elementos artquitectónicos do gótico flamejante e do renascimento, associando-lhe uma simbologia régia, naturalista, que o torna único e digno de admiração.Para ocupar o Mosteiro, D. Manuel escolheu os monges da Ordem de S. Jerónimo, que teriam como funções, entre outras, rezar pela alma do rei e prestar assistência espiritual aos mareantes e navegadores que da praia do Restelo partiam à descoberta de outros mundos. Durante quatro séculos essa comunidade religiosa habitou nestes espaços, mas em 1833 foi dissolvida e o lugar desocupado. O Mosteiro dos Jerónimos passou a integrar os bens do Estado e o espaço conventual foi destinado ao colégio dos alunos da Casa Pia de Lisboa

Foi declarado Monumento Nacional em 1907 e em 1984 a UNESCO classificou-o como Património Cultural de toda a Humanidade.





La Batalla

Mosterio da Batalha Não se sabe exactamente o ano de início das obras do Mosteiro, mas tudo aponta para fins de 1387, princípios do ano seguinte. Queria D. João I que se erigisse o monumento da sua piedade no próprio local onde vencera os inimigos da Pátria.

Dadas as suas dimensões, a edificação processou-se por fases ao longo dos tempos, o que se conclui através das marcas dos sucessivos periodos. Foram diversos os mestres de obras encarregados desta imponente obra de arte que demorou cerca de 200 anos a levar ao fim (que nunca chegou a acontecer)

De risco provável de Afonso Domingues, a sua construção estendeu-se desde o reinado de D. João I a D. João IV. Profundamente enraizado na arte portuguesa,o mosteiro da Batalha, mantendo um programa de sobriedade estrutural e decorativa, conjuga o impulso vertical interno, de sugestão francesa, e avolumetria horizontal característica do gótico meridional, com soluções locais, de que é exemplo o alçado da nave axial. A sua igreja apresenta nítida influência das antigas construções das ordens mendicantes. Para além do Mestre Afonso Domingues, que dirigiu as obras até meados do séc.XV, o mosteiro da Batalha teve também por arquitecto mestre Huguet, que tendo iniciado o seu trabalho no mosteiro em 1402, nele trabalhou até 1438, tendo completado o claustro real e a sala do capítulo. Dirigiu a construção das abóbadas da nave central do transepto e da capela-mor, tendo ainda iniciado as capelas imperfeitas. Foi mestre Huguet que introduziu no Mosteiro a decoração de gótico flamejante.

O mosteiro, foi eleito pela UNESCO Património da Humanidade em 1983. Na praça lateral do mosteiro encontramos o Monumento Equestre do Condestável D. Nuno Álvares Pereira. A estátua, de 1968, recorda o heróico comandante que na Batalha de Aljubarrota derrotou um exército invasor três vezes maior que o seu.

Tipologia : Arquitectura religiosa, gótica e manuelina. A igreja denota arquitectura de influência mendicante, incorporada em mosteiro, à volta de dois claustros, ainda que originalmente fossem quatro. Mostra uma perfeita harmonia entre o Gótico mendicante, mais simples e o flamejante. O arco ogival da porta de entradaeste e a da capela dos túmulos dos príncipes e ainda o túmulo duplo, aparecem aqui pela primeira vez.

Características principais: Mosteiro onde se funde a arquitectura gótica portuguesa característica dos séc. XIII / XIV com as novas tendências da arquitectura do séc. XV, nomeadamente de expressão flamejante, sobre a influência inglesa.

Estrutura conventual assente em estacaria de pinho verde. Parede do lado do Evangelho mais espessa e não amparada por contrafortes, arcobotantes desse lado também mais robustos.

Construção erigida em calcário brando, das pedreiras locais, que permitiu uma riqueza de ornamentação, com destaque para o tecto coberto por abóbada de ogiva, as estátuas dos apóstolos e toda a decoração do portal principal, a abóbada estrelada da capela do fundador e as capelas imperfeitas onde nos seus arcos ponteagudos predomina o trabalho minucioso da mão do artista.





Viana do Castelo

Columbia O facto de Viana do Castelo se encontrar a meio caminho entre as cidades do Porto e de Vigo, constitui um factor que potencia o desenvolvimento do Turismo e que justifica a opção que define como estratégia o futuro da região.

História: O povoamento da área de Viana do Castelo remonta ao paleolítico Inferior, tendo sido intensamente romanizada como o demonstra a citânia de santa Luzia, abandonada nos começos do séc. V antes a invasão dos povos Bárbaros. Sabe-se que no Monte sobranceiro a Viana do castelo instalaram-se pequenos núcleos populacionais, "vilas" como a da Vinha (actualmente Areosa) e, nos limites desta, a meados do séc. XI, as de Castelo, Figueiredo e Foz. Por esta altura surge o primeiro núcleo de povoadores da foz do Lima que se julga serem descendentes mais ou menos remotos da gente que habitou os povoados,cujos vestígios se notam nas abas do Monte de santa Luzia, extremidade meridional do verdadeiro monte deste nome. Pelas "inquisições" de D. Afonso III (1258) vê-se que então, ali existia uma humilde "póvoa de pescadores", que a essa época dava pelo nome de Vila de Átrio e era um dos lugares pertencentes à paróquia da Igreja de santa Maria da Vinha.

Ao receber o foral em 1258, D. Afonso III atribuiu-lhe o nome de Viana. O Rei pronunciou a Foz do Lima, como o bom porto que oferecia abrigo a qualquer navio, para incentivar o comércio marítimo.

Sob as designações de Viana da Foz do Lima, Viana de Caminha e Viana do Minho, salientou-se em várias conjunturas da nossa história.





"Ponte de Lima"

Ponte de Lima

História Situada na antiga via militar Braga - Tui, no caminho para Santiago de Compostela, e banhada pelo rio Lima, a vila assume uma posição de destaque em relação aos outros aglomerados da região. Em virtude da importância militar e política, D. Teresa mandou-a povoar, concedendo-lhe foral em 1125, com vários privilégios, entre os quais a instituição de uma feira, que é hoje a mais antiga de Portugal.

O crescimento da vila implicou a ampliação da muralhada e a reconstrução da ponte romana. A vila ficou com cinco portas de entrada: do Souto, do Postigo, da Ponte, de S. João e de Braga. Com o reinado de D. Pedro I, que lhe deu novo foral, abriram-se novas ruas e travessas.

No reinado de D. Afonso III, Viana do Castelo cresceu, retirando importância a Ponte de Lima. D. Afonso V, em 1464, converteu-a em Senhorio de D. Leonel de Lima, que construiu o Castelo e a Igreja de Santo António dos Frades. Com D. Manuel I recebeu novo foral, tendo também sido objecto de novos melhoramentos urbanos. Um dos seus privilégios foi o povo da vila ficar isento do pagamento de portagens em todo o reino.

Em 1530, fundou-se a Casa da Misericórdia, construiu-se a Torre da Cadeia e disseminaram-se construções de estilo manuelino. Nos séculos seguintes houve um desenvolvimento mais lento, embora se tenham construído no séc. XVII, a capela de Nossa Senhora da Guia, a Casa dos Calistos, das Carvalheiras. Procedeu-se à reedificação da Misericórdia, e a feira tornou-se uma forte atracção económica da região.

No início do séc. XVIII fazem-se as construções de casas burguesas, mas no fim do século destruíram-se as Torres da Esgrima e de Pereiras, bem como as muralhas, não tendo Ponte de Lima beneficiado com qualquer melhoramento. A importância mercantil ligada à agricultura mantêm-se na primeira metade do séc. XX, devido à sua posição geográfica.





Escudo

Escudo de Portugal

Escudo de Portugal

Castelos y Quinas, juntos forman el escudo de Portugal







Lisboa

Aguila História Devido a uma privilegiado conjunto de factores - a amenidade do clima, serventias de água, meios de subsistência e de defesa, e calmo estuário próximo do mar - a área de Lisboa teve um povoamento muito remoto. Sobretudo a partir do Calcolítico houve, nela populações fixas, nomeadamente ibéricas e célticas, com as quais os Tartéssios efectuaram trocas comerciais.

A povoação foi visitada por diversos povos de navegadores-comerciais na sua rota para o arquipélago das Cassitéridas (Grã-Bretanha). Data de então o topónimoOlisipo (donde derivaria o termo Lisboa através do latim), que ela ostentava quando caiu na posse dos Romanos em 205 a. C. - ignora-se se o vocábulo Olisipo provém do fenício Alis Ubbo («enseada»), do grego Ellasippos («condutor de cavalos» - neste caso evocaria os famosos cavalos criados nos campos circunvizinhos) ou de outra origem mais antiga. O certo é que os Romanos se aperceberam do seu valor urbano e estratégico, denominaram-na Felicitas Julia Olisipo e fizeram dela um município, gozando por isso os seus moradores do título de cidadãos romanos.

O povoado romano ocupava a vertente meridional do castelo até ao Tejo que nesse tempo ultrapassava o actual Rossio, sendo valioso o espólio romano conhecido, nele avultando o teatro coroado de estátuas datado do ano 57 d. C. A evangelização de Olisipo terá ocorrido no final do século III, pois na perseguição de Diocleciano (303-305) terão sido martirizados os Santos Veríssimo,Máxima e Júlia; a meados do século IV surge a diocese de Lisboa já constituída sob o governo de Potânio, o seu primeiro bispo conhecido. A cidade foi saqueada pelos Godos em 419; em 453 encontrava-se nas mãos dos Suevos e anos depois ocuparam-na os Visigodos que permaneceram quase dois séculose meio.

Após a Batalha de Guadalete, em 711, Olissibona caiu em poder Sarraceno que lhe alteraram o nome designando-a Aschbouna; em 784 o templo visigótico da Sé foi transformado em mesquita. A Lisboa árabe era bastante populosa e hospitaleira. Ao tempo da Reconquista, a cidade, com os seus 15 000 h., aglomerava-se em redor do poderoso castelo, numa área de 15 hectares cingida por uma muralha com cerca de 2 km de extensão, para além da qual havia os arrabaldes de Alfama a Este, e o casario tortuoso da Baixa a Oeste. A 24 de Outubro de 1147, após um cerco de 12 semanas, com o auxílio de cruzados (alemães, flandrenses e ingleses), D. Afonso Henriques libertou Lisboa do jugo muçulmano; ficou 1º bispo da cidade reconquistada o cruzado inglês D. Gilberto de Hastings, tendo como catedral a que fora mesquita-mor; no local onde acamparam as suas tropas D. Afonso Henriques fez erguer a Igreja de São Vicente. Da presença moura pouco resta além dos vestígios da cerca. Só em Maio de 1179 é que o 1º monarca português outorgou a Lisboa a carta de foral, confirmando privilégios de que ela já usufruía e concedendo aos Mouros uma protecção especial, ficando-lhes reservado o bairro depois denominado Mouraria.

Após a reconquista, Lisboa passou a ter duas paróquias, a da Sé e a de Santa Cruz do Castelo. No final do 1º quartel do século XIII as paróquias eram já 23, estando 7 na antiga cidade murada e 16 fora dela. D. Afonso III em 1255 transferiu de Coimbra para Lisboa a capital do Reino, começando então a desenvolver-se as excepcionais potencialidades do seu porto, centro activo do comércio marítimo. Começou com D. Dinis (1279-1325) a expansão urbana e arquitectónica da cidade, alimentada pelo comércio com os grandes portos do Mediterrâneo e do Norte da Europa. Ao mesmo tempo acentuava-se o peso cultural da cidade, que a partir de 1 de Março de 1290 passou a ter um Estudo Geral, o 3º mais antigo da Península Ibérica.

O porto de Lisboa começou a atrair armadores e mercadores e a Baixa tornou-se o centro comercial da cidade. D. Fernando I construiu uma cerca em volta da área povoada que era já de 103 hectares (7 vezes a da cerca), medindo 6,5 km de extensão; Lisboa teria então entre 50 000 e 60 000 h. em 23 freguesias. Entretanto o esteiro do Tejo transformou-se em terreno sólido e nele se foi construindo a Baixa; com D. Fernando I, junto ao actual Cais do Sodré teve início a actividade dos estaleiros navais, que viriam a assegurar a construção das naus dos Descobrimentos. Na 1ª metade do século XVI Lisboa tornou-se a cidade mais opulenta da Europa e o seu porto o mais rico em mercadorias preciosas. Durante o século XVI a cidade atingiu os 100 mil habitantes, espraiando a sua área para Oeste. Em meados do século XVII Lisboa abrange uma zona que ia de Alcântara a Santa Apolónia, e de Campolide a Arroios. Aquando do terramoto de 1 de Novembro de 1755, a cidade teria uns 260 mil habitantes, distribuídos por 38 freguesias; registaram-se então seis dezenas de milhares de mortos e a destruição de um património histórico, religioso e cultural de valor incalculável, uma vez que a Baixa - onde se localizavam o palácio real, vários palácios, igrejas e conventos - ficou reduzida a escombros calcinados. A Lisboa ressurgida das cinzas, graças à tenacidade implacável do Marquês de Pombal, muito ficou a dever aos arquitectos Eugénio dos Santos, Carlos Mardel e Manuel da Maia.

A construção do palácio da Ajuda (1802) proporcionou o crescimento da cidade mais para Oeste. No último quartel do século XIX Lisboa registou enormes progressos urbanísticos: abertura das Avenidas 24 de Julho em virtude do aterro de Santos, da Liberdade, da actual Almirante Reis, da Fontes Pereira de Melo e da República, e começos da sua electrificação (1878).

Cidade da província da Estremadura, capital de Portugal, sede de distrito, de arquidiocese (patriarcado), de concelho e de comarca. Está situada na margem direita do estuário do Tejo, que atinge 15 000 m de largura no mar da Palha e 1979 m de Alcântara, a 16 km do oceano Atlântico. A sua altitude varia entre os 6 m à beira-rio até 75 m em São Pedro de Alcântara, 110 m de Penha de França, 120 m no Castelo e São Jorge e 226 m em Monsanto (altitude máxima). Dizia-se outrora estar a cidade edificada sobre sete colinas como Roma, sendo elas o castelo, Chagas, Sant'Ana, Santa Catarina, Santo André, São Roque e São Vicente. Mas a verdade é que ela alastrou muito para além deste espaço e nos começos do século XIX havia autores que elevam para 15 as colinas de Lisboa.

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